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Design como Estratégia: Moldando Comportamento do Usuário para Aprimorar a Experiência

Data: 11 janeiro 2024 | Categoria: Estratégia
imagem da brainer Amanda Azevedo que traz em seu artigo o design como estratégia

Desde os tempos antigos o Design vem sendo usado pelas pessoas para resolver algum problema encontrado. Os primeiros utensílios de caçada até aos nossos smartphones nos tempos atuais, todos vêm servir e moldar o comportamento da humanidade.

Steve Jobs logo no início da Apple adotou a máxima “A melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo”. Não apenas ele, mas outros tantos têm colocado essa em ação através da tecnologia, inovação e design.

É impossível criar um negócio que dure sem um bom design em suas diversas camadas, seja design visual, de processos, de experiência do cliente ou outros.

O que é a estratégia de design?

A Estratégia de Design é a criação de produtos, serviços ou marcas que sejam focadas no usuário final, sendo usadas ferramentas de Design Thinking a fim de alcançar um resultado final que faça sentido para ele.

A principal ideia desse conceito é deixar claro para esse usuário final, seja através de meios visuais implícitos ou explícitos, que aquele produto, serviço ou marca tem os mesmos valores que ele e por isso ela se torna confiável para que ele a consuma.

É importante ter em mente que tudo o que o seu produto comunica verbalmente ou não, irá afetar a forma que o usuário o percebe.

Cada usuário tem sua construção social e cultural, é verdade, no entanto, valores são universais e por isso devem ser observados e praticados de forma clara e linear.

Antes de falarmos de design como modelador do comportamento, precisamos deixar claro que sem clareza de propósito e valor do produto, será complicado de fato conseguir resultados que impactem de forma positiva a experiência do mesmo.

Também é necessário o conhecimento do seu usuário final, conhecido como público-alvo.

É importante ter em mente que tudo o que o seu produto comunica verbalmente ou não, irá afetar a forma que o usuário o percebe. Cada usuário tem sua construção social e cultural, é verdade, no entanto, valores são universais e por isso devem ser observados e praticados de forma clara e linear.

Antes de falarmos de design como modelador do comportamento, precisamos deixar claro que sem clareza de propósito e valor do produto, será complicado de fato conseguir resultados que impactem de forma positiva a experiência do mesmo.

Também é necessário o conhecimento do seu usuário final, conhecido como público-alvo.

A criação de experiências cativantes

Experiências que cativam fazem com que os clientes sejam fidelizados. Se ele encontra um problema e entende que você pode resolvê-lo, então ele irá sempre buscar por sua ajuda.

A verdade é que em um mundo onde a maioria dos serviços é instantâneo e facilmente as coisas estão na palma da mão, ter uma marca, produto ou serviço que resolva nossos problemas é mais que conveniente.

Adequação às necessidades dos usuários

Para boas experiências acontecerem, primeiramente é preciso que seja adequada a necessidade do usuário. É, portanto, necessário que seja algo acessível, intuitivo e fácil de ser usado.

Um bom design é aquele que permite que as pessoas o utilizem sem encontrarem dificuldades, a não ser que o objetivo seja o consumidor montar um quebra cabeça.

É sempre importante entender as necessidades do seu público-alvo, como ele gosta de ser tratado, quais são seus comportamentos, quais são os seus dados demográficos? Todos esses pontos irão influenciar a formatação do produto final.

Interação Intuitiva

Não é preciso dizer como algo funciona mais do que uma vez. Alguns processos ou interações necessitam de tutoriais, porém, alguns outros já estão enraizados na cultura.

Podemos usar isso ao favor dos nossos produtos. Não é preciso inventar uma nova roda, a não ser que essa nova criação melhore a criada anteriormente e entregue mais valor.

Por exemplo, no ato de compra de um produto no meio digital, se diz que o ideal é que a compra seja finalizada em no máximo três cliques, adicionar o produto no carrinho, iniciar compra, finalizar compra.

Sim, existem espaços a serem completados até de fato finalizar a compra, espaços esses essenciais para que a compra seja entregue conforme previsto, e ainda esses precisam ser claros e precisos.

Caso contrário, pode se tornar cansativo para o cliente levando-o a desistir da compra. Tenha clareza no mapa ou
processo que leva o seu cliente a finalizar uma compra, seja em meios físicos através de sinalizações ou no meio digital através de botões e ações claras e visíveis.

Contribuição do design na satisfação

Os pontos levantados acima visão deixar o cliente final satisfeito. Com isso esse, sempre que sentir necessidade, irá buscar seu negócio.

Cativar um cliente traz diversos benefícios, em uma era digital o boca-a-boca continua a ser o principal meio para ter destaque, afinal, pessoas confiam em pessoas.

Confiar que uma marca, produto ou serviço irá entregar exatamente aquilo que prometeu ou ainda mais é muito importante para aumentar a satisfação. Mesmo que em algum momento o cliente tenha uma má experiência, sendo bem revertida, a situação deixa de ser um desafio e passa a ser uma oportunidade.

Estratégias de design para a modelagem do comportamento

Como dito anteriormente, cada ser humano tem uma construção social e cultural, ainda que sejamos seres individuais interagimos e vivemos em comunidades, por isso, temos diversos aspectos em comum.

O uso de cores como indicadores de ação

O uso de cores no design é um dos maiores aliados, entre outros, para indicar uma ação que deve ser feita. Por exemplo, quando estamos conduzindo precisamos observar diversos sinais que nos auxiliam em ações que precisamos tomar.

Quando nos deparamos com o sinal, sabemos que a cor verde nos indica que podemos seguir, o amarelo nos diz para diminuirmos a velocidade e o vermelho nos indica a parar.

Podemos levar essas mesmas cores para outras soluções de design. Se você quer indicar que um cliente não pode ter uma determinada ação, o uso do vermelho é o mais indicado, se você quer indicar que algo deu certo, o verde pode ser utilizado.

Esse é um exemplo entre os diversos existentes na nossa sociedade. Podendo haver mudanças dependendo da localização geográfica.

O interessante é sempre manter em mente aquilo que o seu usuário espera com a interação, a fim de facilitar suas tomadas de decisão. Não faça seu cliente pensar muito, pode ser cansativo para ele.

Narrativas e storytelling visual

A criação de narrativas é um ponto extremamente importante na criação de processos de design. Tenha clareza no caminho que você quer que seu cliente tenha, diminua as distrações, saiba quais são os pontos chaves de interação.

Entenda que seu cliente está em uma jornada, use ferramentas para auxiliar que você e seu time tenham clareza a
respeito dessa jornada. Não menos importante, saiba exatamente o que é esperado que o seu cliente sinta no momento em que está interagindo com seu produto.

Mais uma vez a clareza do que é esperado com o que se quer entregar para o cliente é muito importante.

Narrativas e storytelling visual

A criação de narrativas é um ponto extremamente importante na criação de processos de design. Tenha clareza no caminho que você quer que seu cliente tenha, diminua as distrações, saiba quais são os pontos chaves de interação.

Entenda que seu cliente está em uma jornada, use ferramentas para auxiliar que você e seu time tenham clareza a
respeito dessa jornada. Não menos importante, saiba exatamente o que é esperado que o seu cliente sinta no momento em que está interagindo com seu produto.

Mais uma vez a clareza do que é esperado com o que se quer entregar para o cliente é muito importante.

Conclusão

O design tem um papel crucial na construção de negócios, esse pode ser utilizado em diversos níveis do negócio, seja internamente, em processos ou até mesmo no produto final.

Moldar ações do usuário através desse, visando melhorar a experiência do cliente é a melhor forma de fidelizar e retê-los.

Por Amanda Azevedo, UX Designer no Brain.

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REDAÇÃO BRAIN

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